A Receita Federal anunciou a criação de um lote especial de restituição automática do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), agendado para o dia 15 de julho de 2026. 

A medida funciona como um projeto piloto voltado exclusivamente para contribuintes que tiveram imposto retido na fonte durante o ano-calendário de 2024, mas que estavam dispensados da obrigatoriedade de entregar a declaração no exercício de 2025.

Como será a restituição automática

Batizada popularmente de “cashback”, a iniciativa consiste na elaboração de uma declaração simplificada feita pelo próprio órgão do governo, utilizando as informações de retenção que já constam em seus bancos de dados. 

O processamento dessas declarações teve início no dia 15 de junho e ocorre de forma gradual, devido ao grande volume de pessoas elegíveis na categoria.

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Os cidadãos poderão verificar se foram contemplados neste lote a partir do dia 8 de julho. A consulta deve ser feita no ambiente virtual “Meu Imposto de Renda” (MIR), disponível tanto no portal oficial da Receita Federal quanto no aplicativo para dispositivos móveis.

Para garantir a segurança do processo, o pagamento será realizado de forma exclusiva por meio de contas bancárias associadas a chaves Pix que utilizem o CPF do contribuinte. O limite estabelecido para as devoluções é de R$ 1 mil por pessoa, e o governo estima injetar cerca de R$ 500 milhões na economia com essa liberação.

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Calendário difere dos lotes regulares do IR

A Receita Federal ressalta que esse lote especial de cashback não interfere no calendário tradicional das restituições do IRPF 2026. Enquanto o primeiro lote regular foi pago no final de maio, os próximos créditos estão agendados para 30 de junho (com consultas já abertas desde 23 de junho), 31 de julho e 31 de agosto.

Alerta contra fraudes e golpes virtuais

Diante da novidade, o órgão emitiu um alerta rigoroso para que a população não caia em golpes. 

A Receita Federal reforça que todo o procedimento é gratuito e automático, e que a instituição não envia e-mails, SMS ou mensagens por aplicativos (como o WhatsApp) para solicitar dados pessoais, confirmações ou qualquer tipo de pagamento de taxa para liberar o dinheiro.


Fonte

jornalcontabil.com.br

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