A fila do INSS já foi de 3,1 milhões de pedidos em fevereiro. Caiu para 2,3 milhões até maio. Progresso real, mas ainda longe da promessa de zerar o estoque.

Para tentar acelerar o ritmo, o governo publicou nesta sexta-feira uma Medida Provisória que muda uma das regras do programa responsável pela análise inicial dos processos.

A MP entra em vigor imediatamente.

O que muda

O Programa de Gerenciamento de Benefícios é o sistema pelo qual os pedidos de reconhecimento de direitos passam antes de serem analisados.

⚠️ ACESSO EXCLUSIVO

Você está perdendo conteúdos exclusivos

Acesso sem anúncios + conteúdos especiais e privados.

R$4,90

Teste por 30 dias • depois R$9,90/mês

LIBERAR MEU ACESSO AGORA

✔ Cancelamento fácil • Sem compromisso

Pelo prazo anterior, só entravam no programa os processos com mais de 45 dias de espera. Com a nova regra, o limite cai para 30 dias.

Na prática, mais pedidos entram mais cedo no fluxo de análise. O governo afirma que isso vai ampliar a capacidade operacional do INSS para enfrentar o estoque de requerimentos pendentes. Processos com prazo judicial expirado também passam a ser incluídos.

A conta que o governo faz

A mudança não implica aumento de despesas, segundo o Executivo. A adoção do novo prazo vai observar os limites orçamentários e financeiros já previstos para o programa. Ou seja, a intenção é fazer mais com o que já existe, reorganizando a ordem de entrada dos processos no sistema.

Onde a fila está hoje

Em fevereiro, o número de requerimentos aguardando análise bateu recorde histórico: 3,1 milhões. Desde então, o INSS reduziu esse estoque em mais de 800 mil pedidos em cerca de dois meses e meio, chegando a 2,3 milhões em meados de maio.

A queda é expressiva, mas a fila ainda pesa. E a promessa de zerá-la segue sem data para ser cumprida.


Fonte

jornalcontabil.com.br

Share